Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, maio 18, 2007

que culimo em ti


quando as manhãs são jovens
o seu sangue tem a frescura das gazelas
e as acácias encostam a alma ao Índico
no fresco afago de Junho
tenho por hábito transformar o sopé da espera
na cumeeira dos sonhos que culimo em ti

(por isso nunca preciso saber das sortes
enxertadas nas perguntas que faço à vida
quando as faço rolar nas conchas que não tenho)

2 Comments:

  • At sábado, maio 19, 2007 9:46:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Amor,Amor...
    Na frescura de cada manhã
    onde amor comigo faz
    sou-te...juventude das gazelas
    meu sangue corre tuas artérias
    nesse tanto que Amo-te e Adoro-te!

    Em cada sopé de espera
    não só tu culima o querer
    culimo eu em ti, querido meu
    deixa-me assim sentir
    deixa-me assim ficar
    És todo meu
    sentimento em ti caindo
    construindo...
    este amor feito de mim
    este amor feito de ais
    este amor que dói...mas nada, ou ninguem, destrói

    Sinta-me...em cada acácia do teu índico
    deixo-te alí uma denuncia
    um amargo desespero
    em querer-te inteiro
    meu doce companheiro
    enquanto neste aqui atlântico
    procuro-te no infinito
    dos meus sonhos infantís
    e, são neles...querido amor
    que pego conchas e mais conchas
    para entregar à vida
    esta mesma vida que vivemos
    de esperas e saudades
    Vida!
    E,que seja esta mensageira
    embarcação de esperança
    onde tu meu amor
    não mais dirás que não tens
    perguntas feita de conchas
    resposta aqui te deixo:
    Enxerta-me de ti...
    Transplanta-me por completo
    em ti sempre serei, estarei
    tua seiva...minha seiva
    seremos...
    estaremos...
    assim:
    Um no Outro!
    Neste sempre que nós somos.

    (por isso sempre preciso saber de ti...para que minha vontade alimente tua vida, no rolar das perguntas, que por vezes deixo-te sem respostas...no infinito das razões deste meu já tão sofrido sentir...alheio ao que de verdade quero e preciso.Só de ti! Sei que sim.)ADORO-TE!

    8/13

     
  • At domingo, maio 20, 2007 8:38:00 da tarde, Blogger Vertigem said…

    Poeta dos meus sonhos,

    Quando no espanto amanheço
    inventada na jovem manhã
    meu sangue tem frescura de savana
    sou cópula de frescura e vontade
    no vento manso que vem do índico
    incolume na alma...
    Sou junho nascido!

    Na culima de mim,
    o prazer dos sonhos no cume...
    a certeza certa de que me és...
    impressão exata do infinito plácido...
    Eu-te e Tu-me!

    ( nas conchas, o futuro certo e acontecido, repetido na memória do amanha)

     

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