Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, junho 01, 2008

dos dias que nos nascem

é assim:
deito-te no areal
lá onde te infinito
e lentamente
desabotoo cada um dos teus sentidos

como vês
desta maneira madrugo nas palavras
o útero dos dias que nos nascem

3 Comments:

  • At domingo, junho 01, 2008 4:08:00 da tarde, Blogger Lisa said…

    Então, vem, deixa que te dispa eu.
    Quero sentir as tuas mãos a deslizarem pelo meu corpo, as tuas coxas entre as minhas, o teu desejo de encontro ao meu, dentro do meu, investindo em movimentos de paixão alucinada, fazendo com que nos esqueçamos que existe vida para além de nós, das árvores. Seremos um do outro, de corpos suados, peles ardentes, em sintonia perfeita com a Natureza que nos envolve.

    "...dos dias que nos nascem
    é assim:

    Lisa

     
  • At segunda-feira, junho 02, 2008 10:54:00 da tarde, Blogger intimidades said…

    e uma pessoa fascinante, escreve lindamente
    Jokas

    Paula

     
  • At quinta-feira, junho 05, 2008 7:14:00 da manhã, Blogger Vertigem said…

    E assim
    amanheço
    deitada no areal
    lá do infinito que me revives.

    Sou madrugada
    dos sentidos desabotoada
    aos poucos esculpida
    em semente e futuro.

    Como sabes
    faço das palavras indistâncias
    o útero das noites
    em que te nasço absoluto.

    E assim, nasceu o dia.

     

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