Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, junho 03, 2008

ventre e parto

tenho por costume culimar a memória
e aí semear as sementes do teu corpo
e enquanto faço isso à janela do acto
construo no desvelo e pela urgência
a esteira na qual serás ventre e parto

1 Comments:

  • At sexta-feira, setembro 05, 2008 3:03:00 da tarde, Blogger kimmanel said…

    tenho um desejo
    de voltar rapidamente ao ventre
    Para nascer de novo ferenho revolucionario

    tenho um desejo louco
    espectado nas veias do meu sangue preto

    tenho um desejo de partir as algemas estendidas na minha liberdade de expressão

    sabe! tenho um desejo pecaminoso
    herdado no ventre do meu sofrimento

    desejo de um dia!
    eu ser eu mesmo...

     

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