Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Alongo a noite

Alongo a noite
até que em seus dedos
húmida e ténue
se deite a polpa da saudade
(acabo de esculpir o Índico
para nele enxertar este poema)

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